https://i.imgur.com/gJxzHPf.png JetsBrasil - Tudo Sobre o New York Jets

JetsBrasil Draft Recap: 2016

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Mais um ano se passou e com ele, mais uma edição do NFL Draft. E nessa edição, o New York Jets teve 7 escolhas, as quais falaremos de cada um nesse texto. Mais uma vez, um bom draft do GM Mike Maccagnan, com escolhas que certamente ajudarão o time para a próxima temporada. Sem mais delongas, vamos as escolhas:



Darron Lee, LB
21 anos
Ohio State
6'1 (1,86m) e 232lb (105kg)
Pick de 1º Round, 20th Overall.


BIO

Lee nasceu na cidade de Chattanooga em Tennesee, mas se mudou para New Albany, no estado de Ohio ainda criança. No high-school, jogou como safety, quarterback, wide receiver e retornador. Em 2014, quando já jogava na faculdade de Ohio State, Lee se tornou titular do time na posição de linebacker e não saiu mais de lá. Foi campeão da conferência (Big Ten), do Sugar Bowl e do CFP National Championship.


Pontos fortes: Lee é muito rápido para ler as jogadas e tem uma habilidade incomum de conseguir encontrar o caminho mais rápido para chegar na bola. Tem um atleticismo e flexibilidade que ajudam a encontrar ângulo para realizar tackles difíceis. Tem a agilidade esperada de um linebacker profissional. 

Pontos fracos: Um pouco baixo para sua posição. Acaba errando tackles fáceis. Quase sempre tem desvantagem de tamanho e por causa disso, terá que aprender a desviar de blocks. Quando joga na cobertura, pode melhorar na hora de escolher quem irá marcar.

Stats no college: Em dois anos jogando por Ohio State, Lee acumulou 146 tackles (sendo 27 tackles for loss), 11 sacks, 3 interceptações (com 1 pick-six), 5 passes defendidos, 2 fumbles recuperados e 3 forçados.

Análise: Mais um draft e mais uma escolha de primeira rodada gasta em um jogador de defesa. Lee chega para reforçar o front-seven do time, sendo considerado o segundo melhor OLB do draft (apenas atrás de Myles Jack, de UCLA). O jogador será importante na rotação de LBs do time, considerando que pode jogar nas duas posições e será interessante ver como o HC Todd Bowles utilizará o novato na defesa.

HIGHLIGHTS





Christian Hackenberg, QB
21 anos
Penn State
6'4 (1,93m) e 223lb (101kg)
Pick de 2º Round, 51th Overall

BIO

Hackenberg vem de Lehighton, Pennsylvania. Desde o high-school joga como quarterback, tendo feito parte do time de Fork Union e durante sua transição do high-school ao college, era considerado o melhor QB disponível. Em seu primeiro ano como jogador de Penn State, Hackenberg foi nomeado o quarterback titular e quebrou diversos recordes da faculdade. No mesmo ano, Christian foi escolhido como o melhor freshman da conferência Big Ten.

Pontos fortes: Hackenberg possui a estatura física ideal para a posição. Possui um braço forte, conseguindo fazer lançamentos longos sem muita dificuldade. Tem uma durabilidade considerável e não deixou de jogar nenhum jogo devido a lesões. Consegue utilizar bem seus pés dentro do pocket, Conhecido pela sua liderança no vestiário, o jogador foi eleito capitão do time por dois anos. Possui um recorde de 21 vitórias e 17 derrotas em três anos como titular.

Pontos fracos: Possui dificuldades em ler as mudanças da defesa durante a jogada, o jogador acaba olhando por muito tempo para seu alvo, o que pré-determina a jogada. O posicionamento da bola no arremesso é inconsistente. Em situações de blitz, consegue prever a jogada, mas não faz os ajustes necessários antes ou depois do snap. Foi sackado 103 vezes durante 3 anos de college e mesmo jogando atrás de uma linha ofensiva questionável, muitos desses sacks foram erros próprios por segurar a bola por muito tempo.

Stats no college: Após três anos em Penn State, Hackenberg sai de lá com 8475 jardas passadas (média de 6.8 jardas por tentativa), 56.1% dos passes completos, 54 touchdowns (sendo 6 corridos), 31 interceptações e um QB Rating de 121.4.

Análise: Com Ryan Fitzpatrick e o Jets ainda longe de um acordo, Geno Smith contestado pela torcida e  Bryce Petty sendo a incógnita, Hackenberg é uma adição interessante para o time. Apesar de ser considerado o quinto melhor QB da classe e um dos mais underrateds, é improvável que Hack seja o QB titular esse ano (que até agora foi definido como Geno Smith). Hackenberg pode ser mais um projeto de QB para um ou dois anos, dependendo dos rumos que a franquia tome. O jogador ainda precisa desenvolver alguns aspectos de seu jogo e é considerado um tanto quanto cru pela maioria dos analistas.

HIGHLIGHTS





Jordan Jenkins, OLB
21 anos
Georgia
6'3 (1,92m) e 259lb (117,4kg)
Pick de 3º Round, 83 overall

BIO

Jenkins vem de Houston, no Texas. Durante grande parte do high-school (Harris County, Georgia), jogou na posição de defensive end, sendo considerado um dos melhores na posição antes de escolher ir jogar pela uniersidade de Georgia, onde passou a jogar na posição de OLB. Em 2013 e 2014, Jordan foi titular em todos os jogos que disputou e considerou se declarar elegível para o draft de 2015, mas voltou a faculdade para cumprir seu ano de senior.

Pontos fortes: Jenkins é versátil, um jogador que pode alinhar tanto como OLB quanto DE, além de ser considerado um bom edge-rusher. Consegue localizar bem a bola, mesmo com bloqueadores na sua frente. Mesmo não tendo o porte físico ideal, é considerado um jogador forte na hora de fazer as jogadas.

Pontos fracos: Agilidade e velocidade são pontos a serem considerados. Há questões sobre o jogador ter sido ou não beneficiado pelo esquema defensivo da universidade, principalmente se falta força para Jenkins alinhar como DE num esquema 4-3 ou se falta as habilidades de cobertura para alinhar como linebacker num esquema 3-4.

Stats no college: Em quatro anos na faculdade de Georgia, Jenkins teve 204 tackles totais (incluindo 39 tackles for loss), 19 sacks, 5 passes defendidos e 3 fumbles recuperados e 6 forçados.

Análise: Assim como Lee, Jenkins é mais um jogador que será de grande utilidade para Bowles e sua rotação defensiva. Considerado o 9º melhor OLB do draft e um jogador hibrido, será outro jogador que ajudará na rotação defensiva do time e peça importante de uma das defesas mais jovens da liga.

HIGHLIGHTS



CONHECENDO O ADVERSÁRIO: HOUSTON TEXANS (4-5)

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Hoje essa coluna tá movimentada. Vamos receber três conhecedores das linhas inimigas. Natalia Mendes, Lucas Magalhães e Felipe Mutão. Natalia torce desde 2011, onde conheceu o esporte e mesmo com a derrota começou a acompanhar e torcer pelo time texano. Lucas acompanha o time desde 2011 também, muito pela escolha de J.J. Watt, produto de Wiscousin - universidade pela qual o rapaz torce. E Felipe foi cativado pelos torcedores de Houston após ver um jogo in loco do time, antes disso ele cogitou torcer pro Patriots (ainda bem que não né?).

Bom vamos a pergunta.

JetsBrasil - DeAndre Hopkins está se tornando um grande recebedor na liga. Já é o primeiro de Houston, muito pela saída de Andre Johnson. Desde de 2013 na liga o jogador teve seu melhor ano em 2014 quando atingiu mais de 1200 jardas. Esse ano ele é o terceiro recebedor em números de jardas e recepções (927 jardas em 71 recepções). Uma média de 13 jardas por recepção e 7 touchdowns. E deve ser marcado pelo principal cornerback de New York, Darrelle Revis. Como ele deve se portar contra um cornerback que cede tão poucas jardas na liga?

Natalia Mendes - 
No ultimo jogo contra o Bengals, vimos ele muito bem marcado e fazendo um TD quase que impossível. Uma recepção que poucos conseguiriam fazer, então eu creio que mesmo bem marcado pelo Revis, ele vai conseguir aparecer nos momentos chaves do jogo.

Lucas Magalhães - Revis apesar de ser um dos melhores cornerbacks da NFL, já tem 30 anos e vem de uma cirurgia no joelho, o quanto isso afetou na sua velocidade (?), enquanto Hopkins esta no auge dos seus 23 anos sendo um dos wide receivers mais rápidos da liga - vide seus 4.57 segundos no 40 yard dash. O segredo do sucesso é: correr e tentar aproveitar seus 5cm de altura a mais que o defensor.

Felipe Mutão - Não tenho uma resposta concreta para essa pergunta, vai ser um paréo completamente complicado para o time dos Texans juntando que Darrelle Revis é um dos melhores no que faz e o QB dos Texans não é tier 1. Resumindo, vai precisar correr bastante e os WR com rotas boas.

JB - T.J. Yates foi escolhido no quinto round do draft de 2011. Jogou cinco jogos como titular, vencendo apenas dois. Depois foi para Atlanta em 2014 e voltou esse ano. Desde de 2011 não começa uma partida, mas joga ao menos uma partida por temporada. Com um jogo corrido mais fraco, Yates pode ser forçado a lançar mais. Até onde vai a confiança dos torcedores no quarterback que irá enfrentar uma secundária com 10 interceptações na liga?
NM - Primeiro que desde do começo da temporada não temos um QB que confiamos, muitas mudanças e falta de sequência na posição, nessa temporada dependeríamos muito do nosso running back que se lesionou deixando o ataque mais frágil do que já estava. Então acho que o técnico vai ter que trabalhar com a confiança dele e claro, espero que ele não faça passes "perigosos" como na segunda campanha do MNF.

LM - Confiança em um quarterback é uma coisa que o torcedor texan nunca experimentou na vida, então vamos para esse jogo como qualquer outro, ou seja, esperando uma surpresa acontecer. Jogar contra uma das melhores secundárias dos últimos anos como é a do Jets não deixa o torcedor menos otimista ainda em relação a Yates.

FM - Nenhuma confiança, como dito na primeira pergunta ele não é tier 1 QB , sendo assim , a longo prazo contra boas defesas terá um grande problema. Os Texans enfretam esse problema a uns anos desde a saída do Schaub. Muita gente o criticava porem fez um bom trabalho levando o time para os playoffs.

Antonio Cromartie intercepta Matt Schaub no último encontro entre Jets e Texans
JB - O front seven de Houston parece se resumir a apenas um jogador, que é o JJ Watt. Mas sabemos que lá tem nomes de peso como Vince Wilfork na linha e Jadeveon Clowney no pass rush. Vince Wilfork é uma boa contratação, como tem sido sua participação no time? E Clowney pode ser considerado um bust?

NM - 
Wilfork não está aparecendo tanto quanto no seu time anterior, porém acredito que parte disto se deve a defesa que não estava muito bem, por exemplo cedendo mais de 40 pontos contra o Dolphins agora que estou vendo a defesa se encontrar nessa temporada. Sobre Clowney, as lesões o atrapalharam muito; claro que não está honrando sua primeira escolha; mas ainda acho que ele vai dar muita alegria para os torcedores de Houston.

LM - Wilfork é definitivamente um Ed Reed obeso para o Texans, ambos chegaram com status de campeão do Super Bowl e são famosos mais pelo nome que pelas atuações antes de chegar ao Texans. As atuações do defensive tackle não pagam o seu salario de 4,5 milhões de dólares, a defesa do Texans é a 28° pior contra o jogo corrido, o que seria a especialidade de Wilfork. Quanto ao Clowney pode colocar o selo de bust, tanto por suas atuações, quanto aos jogadores que Houston poderia escolher no lugar do defensive end, como Khalil Mack ou Derek Carr que carregam a defesa e o ataque do Raiders - da uma inveja no torcedor dos Texans vê-los jogar.

FM - Discordo um pouco dessa afirmação. O front seven pode ser um pouco velho mas tem um pessoal experiente e que ajuda sim o JJ Watt. Em geral essa defesa me agrada. Sobre o Clowney prefiro esperar mais 2 anos para ter uma opinião formada porem na época que estava lá era o ano rookie dele muitas camisas no estádio foram vistas mesmo antes dele jogar então a expectativa era gigante logo é sim um bust com tempo para se recuperar e sair dessa injury prone.
Santonio Holmes recebendo o touchdown da vitória contra o Texans em 2010

JB - Nesse draft Houston investiu na defesa em suas duas primeiras escolhas, selecionando o cornerback Kevin Johnson de Wake Forest e o linebacker Benardrick McKinney de Mississippi State. Além do jovem wide receiver Jaelen Strong que em suas duas primeiras recepções como profissional anotou dois touchdowns. Como estes e outros rookies estão atuando em campo pelo Texans?

NM - Johnson está cumprindo seu papel muito bem; as vezes quase cometendo faltas por falar muito depois da jogada; mas acho que isso vai mudar com o tempo. Ele ainda é jovem e com os nervos a flor da pele; acredito que logo vai mudar este jeito mais rebelde. Sobre McKinney; ele está mais ofuscado pelos outros novatos; não está aparecendo tanto quanto os outros, mas acho que com o tempo vai ser um dos grandes nomes da defesa.

LM - Kevin Johnson é o jogador mais atuante das escolhas de draft do Texans, em alguns snaps ele foi o responsável por marcar o melhor wide receiver adversário e tem feito isso bem como no jogo passado contra que em muitas situações marcou AJ Green, apesar de ainda cometer muitas faltas bobas ele vem se saindo bem nos jogos. Benardrick McKinney tem atuado em boa parte dos snaps do Texans e vem tendo atuações tímidas muito pelo fato de atuar ao lado de Brian Cushing que é dominante no campo interno da defesa. Jaelen Strong é o menos atuante dos três, sua temporada é resumida nas duas recepções para touchdown contra o Colts e nada mais.


JB - O Jets mesmo penando para parar LeSean McCoy no último jogo tem ainda a melhor defesa contra o jogo corrido da liga. O Texans não tem bons números correndo e Yates fez seu primeiro jogo saindo do banco. Qual a saída na sua visão para furar a defesa do Jets que joga muitas vezes em zona e com diversas blitz de cornerbacks adicionais?

NM - Na minha opinião, o ataque vai fazer poucos pontos como no ultimo jogo e vai caber a defesa segurar os números, estamos com um quarterback sem muita confiança e que executa alguns passes horríveis e sem nosso running back titular. Acredito que não poderemos cometer turnovers e forçar o erro do ataque do Jets. Não é segredo que nessa temporada a defesa seria encarregada de "carregar" o time. Mas confio nos meus recebedores e sei que todas as bolas lançadas não serão desperdiçadas e também que Yates vai desempenhar seu papel pelo menos de maneira razoável.

LM - Jogar contra uma defesa que bomba o ataque adversário com blitzes e tão forte contra o jogo corrido como são as defesas de Todd Bowles, a saída são os screen pass para tentar frustar o pass rush adversário.

FM - Essa é uma pergunta extremamente dificil. Muita gente não gosta do Blue, na minha opinião ele ja correu melhor. A unica solução era ter QB bom e Foster saudável , como nenhuma das opções estão disponíveis, então lascou , vai depender da defesa como sempre depende.

Agradecemos desde já. E pra terminar um palpite do resultado da partida.
Natalia: Vitória do Texans por 20-17, decidido em um field goal no fim.
Lucas: Vitória do Texans por 20-13. Com os times tão parecidos como são Texans e Jets os detalhes e os fatores extra-campo fazem a diferença, se a torcida conseguir transformar o NRG em um caldeirão e principalmente atrapalhar as situações de terceira descida prevejo um resultado positivo para Houston.
Felipe: Vitória do Texans por 20-13. Defesas vão ditar o jogo.

E isso é tudo pessoal.

Por Philippe Rossard.

PRE GAME: New York Jets (5-4) @ Houston Texans (4-5)

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Depois de um fim de semana sem o New York Jets (jogamos na quinta passada contra o Buffalo Bills). Nosso próximo adversário é o Houston Texans, no Texas. Assim como todas as partidas nessa parte do campeonato essa partida é muito importante na briga pelos playoffs que está cada vez mais bagunçada. Graças a nossa derrota para o Buffalo Bills, que tornou a equipe interiorana uma candidata às vagas de wild card. Nessa briga também entra Oakland Raiders e Pittsburgh Steelers.

O último encontro entre Jets e Texans foi em 2012. Saímos com uma derrota em casa para os Texanos. Dando destaque para a atuação de Arian Foster com 152 jardas corridas e um touchdown. E no lado verde o destaque ficou por conta de Joe McKnight que retornou um kickoff para um touchdown de 100 jardas - marcando o último touchdown de retorno de kickoff do New York Jets até hoje.
Joe McKnight retornando 100 jardas para touchdown.

NÚMEROS

O Houston Texans tem o 13º melhor ataque em jardas. Enquanto o Jets é a 4ª melhor defesa.
O Texans é 28º em termos de jogo corrido. A defesa do Jets é a 1ª contra o jogo corrido.
Houston é a 7ª passando a bola. A nossa defesa é a 9ª contra o passe.
O ataque geral do Jets é o 11º colocado. A defesa geral de Houston é a 12ª colocada.
Nosso jogo corrido é o 12º melhor da liga. Eles tem a 25ª defesa contra corrida.
O Jets é o 20º melhor passando a bola. A defesa de Houston é a 5ª contra o passe.

Isso indica que o jogo será inverso. Enquanto o Jets deve tentar dominar o jogo corrido, com fortes corridas de Chris Ivory e talvez Stevan Ridley e na defesa parar o jogo corrido do Texans. O Texans sem muita escolha deve forçar o passe - Brian Hoyer não irá jogar - com T.J. Yates, mesmo sendo arriscado.


PLAYMAKERS

Do lado de Houston o playmaker ofensivo é DeAndre Hopkins. O produto de Clemson tem 927 jardas recebidas e 7 touchdowns, em busca de sua terceira partida seguida com ao menos um touchdown recebido.
O playmaker defensivo é nada mais, nada menos que J.J. Watt. O linha já conta com 9 sacks e 32 tackles, além de 5 passes desviados.

No lado de New York o playmaker ofensivo é Chris Ivory. Com uma defesa relativamente fraca contra o jogo corrido o time deve tentar mais corridas, ainda mais com Ryan Fitzpatrick voltando de uma cirurgia no dedão.
O playmaker defensivo é Darrelle Revis. Como tem feito nos últimos jogos Revis deverá marcar o principal recebedor de Houston, o supracitado Hopkins. Com o limitadíssimo T.J. Yates em campo, a função de Revis fica ainda mais interessante, sendo ele o recebedor mais prolífico.


Palpite: O Jets precisa ganhar. Correr é a saída. 21-6 New York.
Por Philippe Rossard.

POS GAME: Buffalo Bills 22 @ 17 New York Jets

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Voltamos as derrotas. Estamos com um record de 5-4 e empatado na segunda colocação da divisão com o Buffalo Bills, justamente quem enfrentamos e sucumbimos nesta quinta-feira. Inicialmente dá pra se notar que em New York as coisas andam às avessas, quando a defesa joga bem o ataque é enêmico e quando o ataque joga bem a defesa. Jogar bem é diferente de realmente estar MUITO ruim.

A defesa começou o jogo no gás. Na verdade as defesas, na verdade nem sei se a de Buffalo estava bem ou o ataque realmente estava num vórtex de cansaço e baleação. Tanto que os primeiros pontos dos visitantes vieram de uma jogada defensiva. Ryan Fitzpatrick tentou um passe arriscado para Brandon Marshall que sendo atrapalhado pelo cornerback Stephon Gilmore e acabou deixando a bola de graça nas mãos de Corey Graham. A defesa nova-iorquina respondeu na hora e eles saíram com um field goal.


Mas New York Jets é um time que conhecemos bem, não se pode confiar. Já estamos acostumados com interceptações, mas o pior estava por vir. Depois de fazer o supracitado field goal o Buffalo Bills deu o kickoff para o reinicio do embate. Devin Smith calouro de Ohio State se propôs a retornar, tudo estava indo bem até que o camisa 19 foi tackleado e na tentativa de ganhar UMA jarda a mais acabou sofrendo um fumble forçado por Bacarri Rambo (merecemos). Duke Williams retornou pra touchdown. Esse era o momentum do jogo que o Bills precisava.

O Jets acordou no terceiro quarto e anotou dois touchdowns com Brandon Marshall e Eric Decker, de 14 e 31 jardas respectivamente.

Esse é o boxscore:


1st Quarter -NYJ FG: Randy Bullock chuta para 29 jardas(3-0 Jets)
2nd Quarter -BUF FG: Dan Carpenter chuta para 47 jardas (3-3)BUF TD: Duke Williams retorna um fumble para 19 jarda. (9-3 Bills)
BUF FG: Dan Carpenter chuta para 41 jardas (12-3)
3rd Quarter -BUF TD: Karlos Williams recebe um passe de 26 jardas de Tyrod Taylor (Dan Carpenter) (19-3 Bills)
BUF FG: Dan Carpenter chuta para 29 jardas (22-3 Bills)

NYJ TD: Brandon Marshall recebe um passe de 14 jardas de Ryan Fitzpatrick. (Randy Bullock) (22-10 Bills)
4th Quarter -NYJ TD: Eric Decker recebe um passe de 26 jardas de Ryan Fitzpatrick(Randy Bullock)  
Resultado: BUF 22 @ 
NYJ 17

Sem destaques por hoje, estamos todos chateados.Fica apenas que a defesa especialmente a linha defensiva jogou demais. Mas o Jets perdeu do jeito Jets, nos turnovers.

Aqui você encontra o GameCenter.
Aqui você encontra os melhores momentos.

Por Philippe Rossard.

PRE-GAME: Buffalo Bills @ NEW YORK JETS

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Mais uma vez em primetime e contra um rival de divisão, os Jets recebem o Bills em casa para o Thursday Night Football dessa quinta-feira (12). Se tratando de um jogo de primetime, o mesmo será transmitido pela ESPN, começando as 23:15h no horário brasileiro de verão.

O jogo marcará o primeiro confronto entre o ex-HC do Jets contra o antigo time. Rex Ryan visitará o Metlife Stadium representando o outro time. Vale lembrar que Ryan levou o time a dois AFC Championship Games por dois anos seguidos, mas foi demitido no início da última offseason devido aos péssimos resultados nas temporadas seguintes.

O jogo contará com uniformes especiais que serão utilizados pelos times, com ambos usando as cores que mais representam os times (verde para os Jets e vermelho para os Bills).

Uniformes que serão utilizados.
Números do Jogo

Ataque: Maior dominância dos Jets em quase todos os quesitos, perdendo em apenas dois deles (pontos por jogo, 25 para os Jets contra 26.1 e jardas corridas por jogo, 141.6 para os Bills contra 115.2). Fora isso, Jets vencem em jardas totais (365.9 contra 350.5), jardas aéreas por jogo (250.6 contra 208.9), conversões de terceira descida (43.6% contra 37.1%) e posse de bola (1913 minutos contra 1795 minutos).
Defesa: Dominância dos Jets do lado defensivo do jogo, vencendo todos os quesitos: jardas totais por jogo (323.2 contra 353.5), jardas aéreas por jogo (242.6 contra 259.9), jardas corridas por jogo (80.6 contra 93.6), pontos por jogo cedidos (20.2 contra 23.8) e porcentagem de terceiras descidas permitidas (38.6% contra 37.2%).
O que números dizem: Novamente, os Jets terão sua defesa posta a prova, principalmente contra o jogo corrido. A secundária deve contar com desfalques e também será testada. Caso o time consiga parar LeSean McCoy, Karlos Williams e Tyrod Taylor, uma vitória pode estar nas mãos.

McCoy, na época que ainda jogava pelos Eagles.
Lesões: quem joga e quem não joga

O Jets vem com diversos desfalques para o jogo. Os Safeties Calvin Pryor e Dion Bailey e o Guard Willie Colon não jogarão com lesões na perna (Pryor e Bailey) e joelho (Colon). O CB Antonio Cromartie e o RB Bilal Powell tem os status como duvidosos para o jogo, com lesões no quadríceps e perna. O CB Buster Skrine é questionável para o jogo com uma lesão no ombro. A boa notícia é a volta do C Nick Mangold, que lidou com uma lesão no pescoço durante as últimas rodadas. A notícia não tão boa é o fato do CB Dee Milliner voltar ao time após o G Willie Colon ser colocado na lista de machucados que ficarão de fora do restante da temporada.
Do lado dos Bills, o único desfalque confirmado é o DT Kyle Williams que está lidando com uma lesão no joelho. LeSean McCoy talvez desfalque o time com uma lesão no ombro.

Rex Ryan e o circo

Como uma maneira de tentar provocar o time (já citado anteriormente), Rex Ryan polemizou três vezes essa semana antes do embate. A primeira, foi ao declarar que os Jets são "somente mais um oponente agora", logo após a vitória contra os Dolphins na última rodada. Quanto amor do antigo HC que possui (ou possuia) uma tatuagem do QB starter do time na sua época de treinador.
No dia seguinte, Rex afirmou que o LB IK Enemkpali será um dos capitães do time no jogo. IK foi responsável direto pela lesão que tirou o QB Geno Smith do seu posto de starter após um soco que quebrou sua mandíbula durante uma confusão no vestiário, na pré-temporada. Seriam ressentimentos de Ryan com o QB cuja atuações questionáveis culminaram na demissão do posto de HC?
A última, mas não menos polêmica, foi o fato de numa coletiva ontem (10), Ryan apareceu vestindo um capacete da Universidade de Clemson. De acordo com Rex, foi para mostrar apoio a universidade em que seu filho joga. Porém, o Safety Calvin Pryor (que mesmo não jogando amanhã), não perdeu a oportunidade de trocar farpas com Ryan, que ainda na sua época de HC dos Jets, afirmou que o Safety "não jogou o que era esperado", após um determinado jogo. Por meio de sua conta no Twitter, Pryor declarou "Esse cara faz de tudo para ter atenção". Rex respondeu ao tweet de Pryor durante uma entrevista, dizendo: "Ele está irritado porque Clemsom ganhou de Louisville novamente". Clemsom e Louisville (antiga faculdade de Pryor) vem sendo classificadas como uma das maiores rivalidades no futebol americano colegial dos últimos tempos.

Se Rex Ryan quis pagar de palhaço e implementar um circo em Buffalo, assim como fez em NY, já conseguiu.

Análise do Jogo

Em meio a diversas "provocações enrustidas" do HC adversário Rex Ryan durante a semana, o jogo poderá ser complicado para os Jets devido as grandes baixas no time, principalmente na secundária e OL. Apostar na defesa pode ser arriscado, então resta torcer para que o jogo corrido esteja engrenado e o ataque cometa o mínimo de turnovers.
Palpite: Bills 13 x 23 Jets.

Por João Pedro Scarpato.

CONHECENDO O ADVERSÁRIO: Buffalo Bills (4-4)

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Hoje vamos receber um cara que mais sadomasoquista que nós. Seu nome é Arthur Murta e ele sofre pelo Buffalo Bills desde 2005, quando foi para western New York, Alega que na região as pessoas são fanáticas pela franquia (e ele NÃO foi irônico). Ele também contou um pouco de sua experiência no Ralph Wilson Stadium e viu mais de mesmo, uma derrota do Miami Dolphins para a franquia quase canadense.

Brincadeiras a parte, o Arthur faz um excelente trabalho no BillsBrasil. Vale a pena conferir, é sempre bom saber o que acontece com nossos rivais, não é? E também não deixe de olhar essa mesma coluna (a ideia dela foi quase instantânea para ambos, mas ele começou antes) só que em uma versão azul e vermelho, clicando aqui.
Jeremy Kerley retorna um punt para touchdown vs. Bills no season opener de 2012

Sem mais delongas, vamos as perguntas.


JetsBrasil - Quando se fala em Buffalo Bills se lembra a forte linha defensiva da franquia. Como Rex Ryan tem utilizado essa defesa e principalmente essa linha?

Arthur Murta - Rex ainda está buscando um jeito de adaptar seu esquema às características de Buffalo. Mas ainda é um processo em construção. Nenhuma defesa fez tantos sacks nos últimos dois anos como a de Buffalo, mas esse ano o ritmo está mais lento. Bills só conseguiu 13 sacks em 8 jogos e não fez mais que dois sacks em nenhuma dessas partidas. A maior crítica veio de alguns dos próprios jogadores. Mario Williams ficou um pouco incomodado por não estar subindo tanto para rushar o QB como de costume, muitas vezes os DLs vem sendo comandados a ficar na cobertura, o que leva a ideia de que em nome da surpresa, Rex esteja deixando de lado a oportunidade de colocar seus jogadores nas melhores posições possíveis. Vendo o histórico de produção dos jogadores de Buffalo nos últimos 2 anos, com dois coordenadores diferentes (Pettine e Schwartz), e o histórico das defesa por onde passou, acredito ser questão de tempo até as coisas se acertarem.

JB -  Karlos Williams e LeSean McCoy formam uma dupla de running backs sensacional, tanto que a franquia é a segunda melhor correndo na liga. Williams tem a incrível média de 6,6 jardas por corrida. Isso sem falar da mobilidade de Tyrod Taylor. Será que correr é o melhor caminho para o Bills vencer a partida?


AM - A dupla de RBs de Buffalo realmente tem sido espetacular e isso com o Karlos perdendo 3 jogos (Titans, Bengals e Jaguars) e o LeSean perdendo 2 jogos e 3 quartos (saiu no início do primeiro jogo contra Miami e perdeu os jogos contra Giants e Titans). Esse foi o primeiro jogo que ambos estiveram 100% para iniciar a partida e fizeram a melhor marca de jardas corridas da liga, desde 1996. Agora, não tem nem comparação entre a defesa corrida do Dolphins e do Jets. Estabelecer a corrida vai ser muito mais difícil, mas não tenha dúvida que Buffalo vai tentar correr, até para abrir espaço para o jogo aéreo. Buffalo foi moldado para fazer o ground and pound e agora com seus jogadores voltando de contusões, Roman vai tentar impor seu jogo.


JB -  Ronald Darby, Stephon Gilmore, Corey Graham, Aaron Williams e Leo McKelvin são nomes importantes da secundária de Buffalo. Como a secundária vem se portando nessa temporada?

AM - Rex fez muito bem em manter o Donnie Henderson como técnico dos DBs. Ele fez um ótimo trabalho no último ano e continua fazendo um trabalho espetacular. Os CBs tem tido uma temporada especial, o calouro Darby é o jogador que mais defendeu passes na liga esse ano, foram 15. Gillmore está empatado com o Josh Norman em segundo lugar, com 13. Ambos fizeram 2 interceptações. Boa parte do trabalho dos CBs é facilitado pela linha defensiva, parte do motivo que a linha não tem conseguido muitos sacks é o fato de que os QBs estão soltando a bola muito rápido por temer o rush. Isso minimiza a quantidade de rotas longas e os CBs tem feito um excelente trabalho de antecipação. Leodis McKelvin retornou no último jogo, após quase um ano lesionado. Ele ainda está enferrujado. A boa notícia é que não há urgência para ele jogar de outside corner. Rex chegou a cogitar transferir ele para safety (mesmo caminho que Corey Graham e Aaron Williams percorreram). Corey Graham vem fazendo uma temporada espetacular. Até onde eu tinha visto ele liderava todos os DBs da liga em tackles. A defesa do Rex faz muito bem para ele e a experiência dele faz muito bem para a defesa. Aaron Williams se lesionou no jogo contra o Patriots, está no IR, mas designado para voltar antes do fim da temporada. Faz muita falta, tendo em vista que Bacarri Rambo é horroroso e Duke Williams ainda tem muito o que amadurecer, se um dia for se tornar um bom jogador.


JB - Com a lesão que acabou com a temporada de Percy Harvin, o Bills perde um alvo interessante. Sammy Watkins deve ser mais acionado e deve ser marcado, nas jogadas man to man, por Darrelle Revis. Ele está preparado para esse duelo?

AM - No ano passado ele enfrentou o Revis duas vezes, no primeiro jogo recebeu 2 passes de 3 tentativas e no segundo jogo 3 para 5. Foram 27 e 57 jardas nos dois jogos. Mas a impressão que ficou é que ele conseguiu se livrar da marcação em muitas outras ocasiões, mas os QBs as vezes ficam apreensivos de passar na direção do Revis. Até acho que ele estará preparado, só não sei se ele será uma peça fundamental no game plan de Buffalo. Roman pode muito bem isolar os dois e explorar o resto da secundária, como fez em outros jogos. Mas por outro lado, talvez seja mais difícil ignorar o Sammy depois da partida monstruosa contra Miami. Veremos como ele reagirá quando Tyrod lançar a bola na direção dele. Robert Woods é um jogador com o qual tenho muitas expectativas, mas ainda não desenvolveu entrosamento com o Tyrod, talvez esse seja um bom jogo para ele, e para o Charles Clay, explorarem as demais peças da defesa do Jets.

JB - Preston Brown vem sendo peça importante de Buffalo nessa temporada. Parece um linebacker completo. Como bater Preston Brown? Onde é o calcanhar de aquiles do jogador.


AM - Olha, tanto o Preston Brown, quanto o Nigel Bradham tem me decepcionado um pouco esse ano. A temporada de calouro dele foi muito promissora, tanto que Buffalo ficou muito confortável em se desfazer do Kiko Alonso tendo os dois para jogar na meiuca. Talvez o rendimento deles esteja comprometido pelo fato da linha defensiva ainda não estar produzindo tanto. Mas o que posso dizer do Preston Brown, é um LB que veio da faculdade talhado para ser um MLB ou ILB moderno. Consegue fechar bem os gaps na corrida e é acima da média na cobertura. Mas ainda falta retomar a magia do ano passado. 

Obrigado pelas repostas. Uma visão sobre o jogo e um palpite:


AM - Não sou muito de fazer previsões, mas acho que vai ser um jogo duríssimo. As identidade ofensiva dos times passa pela corrida e a defensiva passa por segurar as corridas, então vai ser interessante ver esse duelo para dominar o chão. Bills tem tido mais dificuldades com RBs atuando pelos lados do campo em screens do que downhill, então não sei se vai ser um jogo muito propício para o Ivory. Se Buffalo conseguir deixar o jogo somente na mão do Fitzpatrick, acredito que possamos levar a melhor. Fitz tende a arriscar bastante, mesmo sob pressão e é nessas horas que a defesa de Buffalo pode conseguir as grandes jogadas.

Jets precisa ser muito cauteloso ao rushar o Tyrod, pela capacidade dele fugir bem das jogadas. Mas o segredo para o Jets ganhar é conseguir contê-lo. Taylor é o QB com melhor porcentagem de passes acertados na liga, nesse momento, mas ainda assim ele teve sequências meio nefastas em alguns jogos. Como exemplo houve o jogo contra o Titans, onde ele fez um primeiro tempo nulo e por sorte conseguiu retomar milagrosamente no último quarto. Se o Jets conseguir segurar o Tyrod, o ataque de Buffalo perderá uma dimensão e com a caixa mais cheia, dificultará as corridas ainda mais.

No ataque, Jets vai ter que torcer para o Fitzpatrick estar em um bom dia. Ele é aquele jogador que consegue fazer jogadas milagrosas que ninguém acreditaria, mas também é o mesmo que consegue cometer erros bem estúpidos. Jets vai precisar do primeiro Fitz para ganhar esse jogo, mas o histórico dele contra defesas do Rex é mais próximo do segundo Fitz.

Enfim, só pela brincadeira de tentar adivinhar o placar, vou de 27 x 20 Bills, mas poderia muito bem ser o contrário. Agradeço o espaço e aproveito para falar que quinta-feira sai minha prévia mais completa do jogo no meu espaço: billsbrasil.wordpress.com


Os torcedores do time verde de New Jersey são bem vindos no blog desse humilde torcedor brasileiro do único time do estado de New York! =P - sic.

Espero que tenham gostado.

POS GAME: Jacksonville Jaguars 23 @ 28 New York Jets

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Voltamos às vitórias. A vitória foi importante, mas ainda não convenceu. Depois de tropeços pelo caminho o New York Jets volta a vencer, mas precisa se arrumar se quiser alguma coisa num futuro próximo. Os próximos adversários são animadores, mas em dezembro o inverno chega, de verdade. E quando ele chegar é preciso estar bem resolvido.

Depois de um primeiro drive ofensivo fraco, o Jets conseguiu se encontrar no segundo drive ofensivo e com uma recepção sensacional de Eric Decker já estava na redzone. Depois de uma tentativa frustrada de correr, um passe na endzone para Decker, que estava livre. Nesse touchdown destaca-se a boa movimentação no pocket de Ryan Fitzpatrick e o exímio corredor de rotas que Decker é.

Nem tudo são flores. Antonio Cromartie foi o algoz do Jets. Desde a Califórnia ele vem sendo queimado, tinha ido mal antes, mas conseguiu se redimir com atuações normais - até jogou bem contra o Patriots. Mas já deu. Todd Bowles, faça um favor, coloque o Cromartie no banco agora! O crime que Allen Hurns cometeu sobre ele deveria gerar pena de morte, pra quem sofreu. Hurns foi alvo de oito passes e recebeu CINCO desses, para CENTO E VINTE E DUAS jardas e um touchdown de trinta jardas. São VINTE E QUATRO jardas por recepção. A maioria do tempo com cobertura de Antonio Cromartie. A situação melhorou no final do jogo ao colocarem Marcus Williams na marcação por uma suposta lesão do camisa 31 - talvez na consciência.
Marcus Williams foi o cara da partida interceptando dois passes de Blake Bortles
Esse foi o Boxscore:
1st Quarter -
JAC FG: Jason Myers chuta para 45 jardas. (3-0 Jaguars)
NYJ TD: Eric Decker recebe passe de 7 jardas de Ryan Fitzpatrick. (Ryan Quigley) (7-3 Jets)
NYJ TD: Chris Ivory corre corre para 1 jarda(Ryan Quigley) (14-3 Jets)

2nd Quarter -JAC TD: Allen Hurns recebe passe de 30 jardas de Blake Bortles. (Jason Myers) (14-10 Jets)
3rd Quarter -
JAC FG: Jason Myers chuta para 39 jardas. (14-13 Jets)
NYJ TD: Chris Ivory corre corre para 1 jarda. (Ryan Quigley) (21-13 Jets)4th Quarter -JAC FG: Jason Myers chuta para 35 jardas. (21-16 Jets)

NYJ TD: Brandon Marshall recebe um passe de 20 jardas de Ryan Fitzpatrick(Ryan Quigley) (28-16 Jets)JAC TD: Bryan Walers recebe um passe de 20 jardas de Blake Bortles(Jason Myers)
Resultado: NYJ 28 @ 
NE 23


Destaques:
Marcus Williams
depois de ser um fracasso como safety em Oakland teve seu jogo. Foram duas interceptações crucial, alem disso o jogador ainda teve um passe defendido crucial.
Eric Decker já marcou seis touchdowns esse ano, batendo os 5 do ano passado.
Ryan Fitzpatrick vem se mostrando bastante consistente, conseguiu um jogo sem lançar interceptação. E bem seguro nos seus passes.
Lorenzo Mauldin uma verdadeira estreia. Primeira vez que ele tem snaps pra jogar de fato com a defesa e ele arrebentou. Pressionando e incomodando o quarterback adversário o tempo todo, sem falar dos dois sacks, um inteiro dele e os outros dois meio sacks.

Negativo:
Antonio Cromartie
parecia um rookie DB ruim. Driblado no primeiro passo do wide receiver, sempre longe do jogador e quando estava perto parecia um boneco de posto tentando afastar o passe sem noção, sem sucesso.

Aqui você confere o GameCenter.
Aqui você confere os melhores momentos.
E isso é tudo pessoal.

Por Philippe Rossard.

CONHECENDO O ADVERSÁRIO: Jacksonville Jaguars (2-5)

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Sem apresentações da coluna, vamos ao convidados. Eles são Rafael Belokurows, torcedor do Jaguars desde 2007 e viu os melhores momentos da história da franquia e Henrique Vianna, torcedor do Jags desde 2012 e morador de Jacksonville. O New York Jets venceu os dois últimos encontros na temporada regular entre as franquias e em 2012 o resultado foi de 17 a 10 para o time verde e branco. Mas os tempos são outros e vamos ver o que Jacksonville tem de melhor, na visão dos torcedores.



JetsBrasil - Allen Robinson está tendo uma segunda temporada bem diferente da primeira. Ele já tem números melhores que a temporada passada inteira. Ele deve ser marcado apenas por Darrelle Revis. Como fica a conexão Bortles-Robinson com Revis na marcação? Essa conexão que já resultou 6 touchdowns.

Rafael Belokurows - Olha, esse é um ótimo matchup. O Robinson vem sendo bem constante nessa temporada, tendo 6 ou 7 catches e marcando 1 TD quase todo jogo. Quem sabe ele pode ter um pouco de vantagem sobre o Darrelle Revis na jump ball na endzone, conexão que já rendeu frutos para o Jags esse ano. Acredito que ele vai ter um jogo decente, 5 catches e talvez um TD curto.
Henrique Vianna - Allen Robinson cresceu muito desde a temporada passada, é o melhor WR de Jacksonville e acredito que não falte muito pra ele chegar no grupo de WRs de elite da NFL. O que muitas vezes faz com que Robinson não consiga mais grandes jogadas e TDs é a inexperiência de Bortles. De qualquer forma acho que amanhã ele conseguirá al menos 1 TD assim como vem fazendo em quase todas as partidas desta temporada.
Bartt Scott intercepta Chad Henne no último encontro entre Jets e Jaguars pela temporada regular
JetsBrasil - Blake Bortles lançou em 2014, em 13 jogos como starter,  11 touchdowns e 17 interceptações, nesse ano ele já tem 15 touchdowns em sete jogos e apenas 8 interceptações. É a experiência do quarterback ou algum outro fator do ataque que ajudou Bortles melhorar suas leituras?

Rafael Belokurows -  Sim, esse ano de experiência está fazendo bastante diferença para o QB Bortles. Ele está analisando melhor as opções no campo, passando melhor por suas leituras e soltando o braço quando pode - ele tem um lançamento bem forte. Claro, ele ainda faz decisões que são de coçar a cabeça, como por exemplo o Pick Six que ele tomou no segundo tempo contra o Bills. Mas os pontos fortes tem sido muito maiores do que os pontos fracos.
Henrique Vianna - É uma combinação de fatores: uma OL fazendo um melhor trabalho, além de Bortles estar mais experiente e mais confiante, pois sabe que conta com bons recebedores.


JetsBrasil - A linha ofensiva de Jacksonville foi bem questionada ano passado, sendo culpada por erros do quarterback Bortles. Como anda o setor esse ano, tem alguma modificação ou continua o mesmo?

Rafael Belokurows - Teve uma melhora bem interessante, sim. Bortles está tendo um pouquinho mais de tempo pra lançar e passar pela sua progressão. Mas a OL ainda precisa melhorar, ele continua sendo um dos QBs mais sacados da liga (19 sacks até agora na temporada). 
Henrique Vianna - O setor é praticamente o mesmo de 2014, em que apesar de todos os problemas, jogadores como Linder e Bowanko se deatacaram positivamente. Esse ano, alguns jogadores que se contundiram  ano passado estão de volta. O que eu vejo como principal fator de melhora este ano é uma postura diferente por parte dos jogadores, mais agressiva e confiante.


JetsBrasil - O grupo de recebedores de Jax é um dos mais novos da liga e com bons prospectos. Allen Robinson, que já foi citado, Allen Hurns, Rashad Greene e Marqisee Lee, são nomes desse grupo. Isso sem contar a adição de Julius Thomas. E um jogo corrido com T.J. Yeldon e Toby Grehart. O que a torcida acredita desse poderio ofensivo?

Rafael Belokurows - Esse é O ponto forte do time. O ataque tem um grande poder de big play e principalmente conversões de 3rd down que não tinha nos anos anteriores. Claro, continua tendo suas inconstâncias, principalmente com alguns erros mentais do QB, mas isso é superado com as excelentes skills desses jovens jogadores. É bem verdade, Julius Thomas e Toby Gerhart ainda não se encontraram em campo, mas com esses jogadores rookies e segundo-anistas que o time tem, o ataque será forte por alguns anos.
Henrique Vianna - A posição em que Jacksonville está melhor servido e em que a torcida aposta toda suas fichas é definitivamente Wide Receiver: Robinson e Hurns já são realidade, além de contar com Henry Walters que vem aparecendo muito bem sempre quando entra, já Lee tem um grande problema, que é sempre estar machucado enquanto Greene é OK. Julius Thomas ainda precisa se envolver mais no jogo, apesar de ter apenas 1TD (ele perdeu alguns jogos no início da temporada por lesão), sabemos que seu potencial vai muito além disso. T.J. Yeldon tem se mostradi uma grata surpresa, apesar de ainda faltar experiência não tem comprometido e tem se destacado em alguns jogos. Já o Gerhart...o que esse cara ainda tá fazendo em Jacksonville? Ou melhor, na NFL? Péssimo!



JetsBrasil - A defesa de Jacksonville é uma das mais fracas da liga em ranks. Os números retratam a defesa de fato ou ela é agressiva como vimos no jogo contra o Buffalo Bills em Londres?

Rafael Belokurows - A defesa do Jaguars é uma das mais conservadoras da liga, jogando quase sempre em Cover 2, e mandando alguma blitz aqui e ali. Geralmente isso não assusta o QB adversário, mas como pode-se ver em Londres, se os 4 homens de frente conseguem botar pressão no QB e ele tem que apressar o passe ou se mover muito, ele pode fazer bad decisions, como EJ Manuel fez com seu fumble e INTs no segundo quarto do jogo. Então, tudo depende da D-line (e LBs que vão em blitz); se eles conseguirem botar pressão e assustar o QB adversário, pode ser um jogo bem complicado pra ele.
Henrique Vianna - A defesa com certeza é o ponto fraco dos Jaguars nesta temporada, nem tem conseguido aplicar tantos tackles quanto se esperaria, nem tem sido boa contra WRs e TEs. Os CBs dos Jaguars sofrem muito quando jogam contra WRs de elite. Um claro exemplo foi no jogo contra Houston em Jacksonville, House não teve a menor chance no 1x1 com Hopkins. Culpa não só do jogador que não é lá essas coisas, mas também dos treinadores que optaram por marcação simples contra DeAndre Hopkins (???). Em suma, o problema da defesa de Jacksonville vai além dos jogadores, a comissão técnica também não tem feito um bom trabalho no setor. O que era o ponto alto do time em 2014, em 2015 se tornou a maior deficiência, vai entender...



Pra terminar queria agradecer a boa vontade de ambos e pedir um palpite para o jogo>
Rafael Belokurows - Olha, sou conservador e estou bem calejado com as derrotas do time nesses últimos anos, então não vou ser tão otimista a ponto de dizer que o Jags vai vencer. Mas sim, estou esperando um bom e apertado jogo. Espero que os coaches melhorem seu playcalling, que tem sido horrível nos segundos tempos dos jogos, principalmente. Em resumo, eles tem que botar a bola na mão de quem merece, que são os youngs studs do ataque. Se a bola chegar na mão deles, não importando como, o ataque vai marcar alguns pontos aqui e acolá. Então, acho que dá 31-27 pro Jets, ou algo perto disso. Obrigado pela oportunidade de falar um pouquinho sobre o meu time do coração!
Henrique Vianna - Jacksonville 13 x 10 New York.

CONHECENDO O ADVERSÁRIO: Oakland Raiders

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Antes de começar a coluna, gostaria de esclarecer que semana passada não ocorreu essa coluna pois fiquei sem computador e não havia como postar. Mas, sem delongas, o New York Jets vai até a Califórnia jogar contra o tradicional Raiders que não vinham passando por bons momentos até a chegada do quarterback Derek Carr.

Mas para falar melhor sobre uma das franquias mais conhecidas da liga, o JetsBrasil conversou com dois torcedores. Eles são Felipe Matarucco  e Júlio Black. Vamos as perguntas.


Chris Ivory correndo para marcar o primeiro touchdown do Jets em 2014.
JetsBrasil - Amari Cooper vem tendo um inicio de carreira digno de grandes recebedores. O camisa 89 já contabiliza 519 jardas acumuladas em 33 recepções - são 200 a mais que Crabtree, que também recebeu 33 bolas. Cooper também conta com uma média de 15.7 jardas por recepção e três touchdowns. Por esses números, ele deve ser marcado por Darrelle Revis, o principal cornerback de New York. Como você imagina que ele irá se portar com essa marcação? 

Júlio Black - Cooper ainda é um novato na liga, mas tem demonstrado personalidade e capacidade de lidar com bom marcadores. Revis deve ser o maior desafio para o #89 durante toda a temporada, e por isso mesmo espero um belo duelo neste domingo. E não podemos esquecer que o Jets ainda tem o Antonio Cromartie, que pode colar no Amari Cooper caso o Revis não tenha um bom jogo.

Felipe Matarucco - Não Espero muito ver o Cooper em rotas mais profundas, já que enfrentar o Revis nessas rotas é muito complicado e sua principal habilidade é no YAC. O talento que ele tem para conseguir jardas depois da recepção é absurdo, então espero ver muitas bubble screens, drags ou até slants para o Cooper. Vai ser um duelo interessante, e se o rookie conseguir algumas boas jogadas em cima do Revis (como já fez contra Jimmy Smith, Joe Haden, Patrick Peterson) já será algo para deixar muito animado para as próximas temporadas. Chuto umas 6 recepções, 65yds pro Cooper.


JBra -  Latavius Murray foi um grande achado do Oakland Raiders nesses anos atrás. Brilhou contra o Chiefs temporada passada e desde então só melhora seu nível de jogo. Quais são as principais características do seu estilo de jogo? Imagino que ele seja fundamental no ataque de Oakland.

JB - Nosso "Latão" tem mostrado uma produtividade superior à do nosso antigo running back, o McFadden, conseguindo quebrar alguns tackles e indo muito bem nas corridas pelas laterais. Ele, porém, vem alternando bons jogos com outros bem ruins, caso da partida contra o Broncos. Espero ver o RB que brilhou contra o Chargers, e que o Musgrave não o coloque para receber passes, pois até agora tem mostrado mãos bem ruins.

FM - Latavius Murray é importante pois o ataque se baseia muito em play actions, então Murray precisa conseguir algumas boas corridas no começo do jogo para deixar a defesa sempre adivinhando se vai ser PA ou não. Mas, vale dizer que a OL do Raiders não é lá das melhores no jogo corrido.


JBra - O Raiders, pelo NFL.com, tem a 26ª defesa geral da liga. Mas tem nomes que podem fazer boas jogadas individualmente como Charles Woodson, Justin Tuck e Khalil Mack. O Jets tem o melhor jogo corrido da liga e talvez conte com a estréia de Stevan Ridley. O Raiders conseguiria forçar o Jets a lançar mais a bola, testando Woodson e companhia?

JB -  Eu consigo ver o Raiders conseguindo controlar o jogo corrido do Jets, nossa defesa vem crescendo com o passar da temporada. Ficamos nove quartos sem ceder touchdowns! Controlar os RBs de NY será o primeiro passo, o segundo será fazer pressão sobre o Fitzpatrick, pois nossa secundária é o ponto fraco da D#, apesar das interceptações do Woodshow.

FM - Essa é uma ótima pergunta, na verdade. O front 7 de Oakland é muito bom contra o jogo corrido, principalmente Khalil Mack (aliás, Mack é o queridinho da PFF, mas faz por onde, acho que nunca vi outro jogador do Raiders tão dominante contra o jogo corrido) e Dan Williams, e deu trabalho para todos os adversários até agora, tirando aquele fiasco contra o Bengals, e, como a secundária está desfalcada sem Nate Allen e com TJ Carrie, nosso melhor CB, jogando improvisado de S, acho que Fitz tem chances de fazer um bom jogo e talvez o jogo aéreo com Decker e Marshall funcione melhor que o corrido até.


JBra - No último draft vocês escolheram dez jogadores com Amari Cooper sendo a primeira escolha. Pelo menos pro restante da liga, pouco ouvimos falar dos outros. Existe algum outro jogador que tenha sido draftado esse ano e esteja inserido no plano de jogo?

JB - O linebacker Neiron Ball e o tight end Clive Walford são dois nomes que, a meu ver, começaram a se destacar na temporada e que podem ser fundamentais para o time nos próximos anos. E tenho muita esperança, ainda, no defensive end Mario Edwards Jr.

FM - Mario Edwards Jr (DE/DT): Com a lesão de Tuck, Edwards assumiu  a titularidade e vem indo bem. Muito seguro contra o jogo corrido e extremamente forte, usa bem a força e consegue pressionar o QB (uma versão light do Leo Williams, poderíamos dizer). Clive Walford (TE): Perdeu muito tempo por lesão na pré-temporada, mas aos poucos tem ganhado espaço como TE#1. Fez duas recepções absurdas contra o Chargers e é esperado dele um rendimento melhor nessa segunda metade da temporada. Neiron Ball (LB): Provavelmente o maior steal do Raiders nesse draft. Escolhido na quinta rodada e bem desconhecido por ter tido muitos problemas de lesão quando jogador dos Florida Gators. Mas, com os problemas de Ray Ray Armstrong e Curtis Lofton para marcar TEs e RBs, foi ganhando mais espaço e hoje é peça fundamental na defesa (maioria das jogadas em zona, principalmente Cover-3, que nem em Seattle), principalmente marcando o TE adversário.


JBra - Derek Carr, ou Messias para a maioria dos fãs, tem sido bastante elogiado pelo restante da liga. Mesmo que o apelido sugere, qual a relação dele com a torcida? É total a confiança, ele ainda comete erros de rookie? E qual sua previsão para o jogo dele especificamente contra a segunda melhor defesa geral da liga?
JB - Derek Carr evoluiu de forma absurda em relação ao ano passado, e muito disse se deve ao nosso plano de jogo. Ele tem mostrado um talento excepcional, que pode ser notado em algumas jogadas e TDs do Raiders este ano, mas ainda é capaz de erros dignos de rookie, como vimos nas derrotas para o Broncos e Bears. Eu tenho muita confiança no Messias para este domingo, mas sabemos que a tarefa não será fácil. O NY Jets tem grandes nomes na defesa, e Todd Bowles entende do riscado.

FM - Derek Carr ainda está começando a engatinhar na liga, mas o potencial está aí e todos conseguem ver, evoluiu muito do ano passado pra cá, principalmente no que envolve ter que fazer a progressão das leituras até achar o receiver em melhor condição (coisa que ele não fazia antes, se a primeira leitura estivesse bem marcada ele já ia pro checkdown). Ainda comete uns erros como lançamento no backfoot que deixa a bola no ar muito tempo, mas aos poucos está entrando em sintonia com os novos receivers (os 4 com mais jardas recebidas nessa temporada não estavam no time ano passado) e se sentindo mais a vontade. Mas o que mais dá esperanças à Raider Nation é a ética que ele tem, além de ser um líder dentro e fora de campo ele é aquele tipo de jogador que assume quando erra e sempre procurar melhorar para não cometer os mesmos erros. É o Franchise QB que não passa por aqui desde os tempos de Rich Gannon. Contra o Jets, ele deve continuar misturando passes curtos com eventuais bombas no deep field, mas espero um resultado parecido com vs Denver Broncos, 200 e poucas jardas, 1TD/1INT.


JBra - É um jogo entre dois head coachs que estão em seu primeiro ano nos times atuais. Qual o nível de satisfação e uma visão do que está sendo até agora essa season de Jack Del Rio como HC de Oakland?
JB -  Eu tinha minhas ressalvas em relação ao JDR, pois os últimos anos deles em Jacksonville não foram dos melhores. Mas ele já deu um belo upgrade na defesa e, junto com o Musgrave, tá acertando o  ataque. E o cara parece ter aquilo que andou faltando em Oakland: competência e personalidade.  

FM - Jack Del Rio é uma figura polarizadora pois ele tem alguns defeitos e virtudes notados logo de cara. Principal defeito é que ele consegue ser absurdamente conservador, e isso já nos rendeu uma derrota (Chicago, onde ele preferiu correr o relógio ao invés de tentar um ou dois first downs e matar o jogo), gostaria de ver ele arriscando um pouco mais, principalmente jogando em casa. Porém, ele tem uma experiência como jogador (se não me engano, um dos 3 times com mais anos de experiência na NFL como jogador dentre os membros do staff) e todos ali parecem gostar bastante dele, e, o que mais gostei até agora é que ele não insiste no erro, se percebe que algo não está funcionando bem já procura fazer as alterações necessárias sem medo de mandar medalhão pro banco de reservas (Oi, Curtis Lofton, que aliás, faz PH Ganso parecer Usain Bolt). Eu, honestamente, esperava uma campanha de 6 vitórias, sofridas, nessa primeira temporada dele, mas, dependendo dos resultados contra Jets e semana que vem contra Steelers consigo imaginar uma campanha positiva até. Finalmente a NFL vai ficar legal com esse Raiders aí que está ainda se formando mas que dará problemas pra todo mundo na AFC haha.


Um palpite de resultado da partida. E obrigado!
JB - Acredito em uma partida com poucos pontos, mas coloco fé no Raiders; afinal, duas das nossas três derrotas se deveram a pequenos detalhes. Vou apostar em um 20 a 18 para Oakland. E obrigado pela confiança!

FM - Pergunta difícil essa. Mas arriscaria um 23x20 para os Jets, assim tentando fazer valer o princípio da Zica Reversa.

PÓS GAME: New York Jets 23 @ 30 New England Patriots

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Síndrome de João Paulo pra começar esse post. Eu não sei o que dizer, só sei que aconteceu. Eu não sei se é bom, se é ruim, se é normal ou se tá errado. Enfim, chegamos ao 4-2. Perdemos para um New England Patriots que foi Patriots, mas perdemos como um Jets irreconhecível, não no sentido de ruim, mas de realmente não saber se essa é ou não a franquia que vimos nas 4 vitórias. Não sei se é a franquia de 2013, não se é o time que jogou contra o Eagles. Perdemos, pro Patriots e perdemos pra nós mesmos.



Logo no primeiro drive Ryan Fitzpatrick tenta correr com a bola (mesmo com Eric Decker disponível pro passe) e acaba sofrendo um fumble forçado por Chandler Jones que é recuperado por Donta Hightower. O drive do Patriots foi parado e eles saíram com três pontos, dos males, o menos pior. E pouco tempo depois empatamos a partida. O jogo resumidamente foi isso, uma brincadeira de gato e rato. O Patriots tomava a frente, a gente chegava, passava e cedia a dianteira, até o último quarto, onde tomamos dois touchdowns e fizemos dois field goals.

"Quem faz Field Goal, leva Touchdown"
João Otávio, torcedor do Jets.

E o box score ficou assim:
1st Quarter -NE FG: Steve Gostkowski chuta para 38 jardas(3-0 Patriots)
NYJ FG: Nick Folk chuta para 20 jardas. (3-3)
2nd Quarter -NYJ TD: Jeremy Kerley recebe passe de 5 jardas de Ryan Fitzpatrick. (Nick Folk) (10-3 Jets)NE TD: Tom Brady corre para 1 jarda. (Steve Gostkowski) (10-10)
NE FG: Steve Gostkowski chuta para 46 jardas. (13-10 Patriots)
3rd Quarter -NE FG: Steve Gostkowski chuta para 24 jardas. (16-10 Patriots)
NYJ TD: Chris Ivory recebe um passe de 9 jardas de Ryan Fitzpatrick. (Nick Folk) (17-16 Jets)
4th Quarter -NYJ FG: Nick Folk chuta para 30 jardas. (16-20 Jets)
NE TD: Danny Amendola recebe um passe de 8 jardas de Tom Brady(Steve Gostkowski) (23-17 Patriots)NE TD: Rob Gronkowski recebe um passe de 15 jardas de Tom Brady(Steve Gostkowski) (30-17 Patriots)NYJ FG: Nick Folk chuta para 55 jardas. 
Resultado: NYJ 23 @ 
NE 30

Espero que tenham gostado.

Aqui você encontra o GameCenter.
Aqui você encontra os highlights.


Por Philippe Rossard.