https://i.imgur.com/gJxzHPf.png setembro 2015 JetsBrasil - Tudo Sobre o New York Jets

Archive for setembro 2015

UMA RIVALIDADE DE NOVENTA E NOVE JOGOS MAIS UM

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Uma das maiores rivalidades da liga. O New York Jets foi renomeado em 1963 e o Miami Dolphins foi criado em 1966. A franquia de Miami entrou para a divisão que já contava com Houston Oilers, Boston Patriots e Buffalo Bills, além do nosso verde e branco. Emoção, rivalidade e tradição são as três palavras, redundantes por sinal, que resumem a esse Jets-Dolphins, que agora será realizado em Londres, nesse dia 04 de outubro, nesse domingo.

Ken O'Brien tenta um passe sob pressão
O primeiro embate entre as duas franquias aconteceu no dia 9 de setembro de 1966, na segunda sexta feira daquele mês e a segunda partida regular dos Dolphins. O Jets em era parecido com a franquia que venceria a liga duas temporadas depois, tinha já a estrela Joe Namath e o consistente Matt Snell. Já o Dolphins como toda franquia na primeira temporada ainda definia quem era quem no depth chart, o quarterback com mais jogos iniciados naquela temporada (de 14 jogos) foi George Wilson, com 7 jogos - ele era também punter. A partida foi bem equilibrada, um 19-14 para os Jatos. Dick Wood e Ricky Norton foram os quarterbacks de Miami, enquanto Taliaferro e Namath eram os de New York - naquele ano Taliaferro ainda jogou por Miami.

Jets e Dolphins é uma rivalidade que sempre promete resultados parelhos e jogos inesquecíveis. Dois deles ainda estão na memória de qualquer torcedor do Jets, vocês já devem saber. O Monday Night Miracle e um jogo que ocorreu em 21 de setembro de 1986. Nesse dia a liga viu uma das melhores atuações de dois quarterbacks selecionados no Draft de 1983. Uma das melhores atuações ofensivas da época. O jogo foi um verdadeiro tiroteio, o resultado denuncia, foram 51 pontos necessários por Ken O'Brien e seus comparsas para parar os 45 pontos anotados pelos comandados de Dan Marino.

O placar foi inaugurado pelos Jets com um field goal de 32 jardas de Pat Leahy (Jets 3-0). A reposta veio em seguida com James Pruitt recebendo seis jardas para touchdown de Dan Marino (Miami 7-3). Depois Johnny Hector correu para dois touchdowns um de uma e outro de oito jardas, respectivamente (17-7 Jets). Sem perder tempo, Dan Marino respondeu com dois touchdowns (21-17 Miami). Ken O'Brien e o receiver Wesley Walker responderam e alto nível com dois touchdowns longos de 50 e 65 jardas (31-21 Jets). Um outro touchdown de Marino e se aproximavam no placar. (28-31 Jets) Fuad Reiveiz ainda fez mais três pontos num field goal (31-31) e o Dolphins ampliou com Dan Marino (38-31 Dolphins). Dennis Bligen ainda correu para 7 jardas e empatar o cotejo (38-38) e Marino lançou seu último touchdown na partida (45-38 Dolphins) e a dupla Walker-O'Brien marcou duas vezes deixando o placar final de 51 a 45 para o New York Jets. O'Brien terminou a partida com 479 jardas, 4 touchdowns e uma interceptação. Marino terminou com 448 jardas, 6 touchdowns e 2 interceptações. Confira os QUATRO touchdowns recebidos por Wesley Walker.



No dia 23 de outubro de 2000, o New York Jets recebeu o Dolphins em East Rutherford para o Monday Night Football. Aquela partida ficou conhecida como o Monday Night Miracle. A partida foi um desastre no primeiro tempo para os Jatos, que viram o rival abrir 20 pontos de vantagem, até Wayne Chrebet receber de Vinny Testaverde e inaugurar o placar mandante. A partida foi para o intervalo com sonos 23 pontos de vantagem para Miami que vencia por 30-7, era uma partida ganha. Ao voltar do segundo tempo pouco menos de dois minutos foram necessários para começar os trabalhos, Laveranues Coles recebeu de Vinny (30-14 Miami). Jermaine Wiggins e Wayne Chrebet receberam outros dois (30-27) e Jon Hall empatou a partida com um chute de 34 jardas. A vitória escapava no passe Jay Fiedler para Leslie Shepherd (37-30 Miami). Mas faltando 42 segundos para o fim da partida o tackle Jumbo Eliott ficava elegível para passe e recebia um touchdown de 3 jardas que leveria a partida pro overtime, onde Jon Hall fechou a conta com um field goal de 40 jardas. O Jets vencia por 40-37. Confira um pouco sobre o MNF Miracle.




Muita história cerca New York Jets e Miami Dolphins e o jogo de domingo agora em Londres tem tudo para ser um grande jogo. O Jets tem para chegar a 52 vitórias sobre o rival de divisão.

EM JOGO FRACO, JETS PERDE PARA O EAGLES EM CASA

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A partida aconteceu tudo que não podia. O New York Jets recebeu o Philadelphia Eagles para tentar quebrar o "tabu" de nunca ter ganho das águias durante sua história na temporada regular. Foram nove encontros e nove vitórias para a cidade do amor fraternal e a história se repetiu em 2015 ao sucumbir por 24-17 em pleno MetLife Stadium lotado.

O jogo não parecia a partida que estávamos acostumados a ver com Todd Bowles no comando, nos outros dois jogos aconteceram 10 takeways a favor do Jets em cada partida, nessa tivemos apenas 1. Na partida também não aconteceu as blitzes que o coordenador defensivo Kacy Rodgers mandou contra Cleveland e Indianapolis, foram em frequência infinitamente menor. O destaque defensivo ficou como sempre pela linha defensiva que conseguiu até pressionar Sam Bradford, mas os linebackers DeMario Davis e David Harris com suas fracas coberturas falharam e deixavam abertos os check downs.



Na parte ofensiva foi mais do mesmo. Ryan Fitzpatrick não é um quarterback para esse time. Em dois jogos "normais" pela franquia, sendo nitidamente carregado pela defesa o quarterback sucumbiu quando precisou ganhar o jogo. Lançou 3 interceptações e 2 touchdowns. Mas temos que levar em conta que o jogo corrido foi bem fraco, Bilal Powell é um running back bastante limitado mas bem como RB2, não pode segurar a bucha sozinho, Zac Stacy idem. A franquia sentiu falta de Chris Ivory.

A opção, se teve, era tentar os passes. Fitzpatrick tentou CINQUENTA E OITO passes, acertou 35 para 283 jardas. Tudo deu errado e foi diferente do que vimos nas duas primeiras semanas. Fitzpatrick é um jogador mediocre e imagino que ficar na mediocridade não é o objetivo da franquia nessa temporada.

A partida foi 24-17 para o Philadelphia Eagles.
Aqui você encontra os stats da partida e aqui os melhores momentos.

Será que Gailey pode ajudar Geno Smith?

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O novo coordenador ofensivo do New York Jets, Chan Gailey, já decidiu quem será o quarterback que irá ser titular contra o Cleveland Browns, naweek 1, dia 13 de Setembro no MetLife Stadium: Geno Smith. A notícia pode não ser boa para a maioria dos fãs, que como eu, não gostamos do camisa 7. Quem acompanha o JetsBrasil sabe que eu já fiz um texto dizendo que não é necessário a presença do jogador no roster da franquia.
“Agora, ele é o titular” disse Gailey durante a coletiva de imprensa dos coordenadores. Mas já começo o texto fazendo uma ressalva ao leitor, em 2014 também “não existia” uma position battle entre Smith e Michael Vick, o que acabou se contradizendo depois com declarações de Vick; logo pode ser umasmookescreen tentando esconder uma disputa entre o atual starter e Ryan Fitzpatrick, que chegou por troca de uma escolha de sexto round no draft de 2016.
Primeiramente, vamos conhecer do coordenador ofensivo. Chan Gailey nasceu em 1952, em Gainesville, Georgia. Jogou como quarterback pelos Florida Gators no inicio dos anos 70. Mas ainda no high school já participava, além do football, de esportes como basquete, baseball e golf. Sua carreira como técnico começou um ano depois de sair de Florida, formado em Educação Física, em 1974. Trabalhou na universidade em cargos institucionais e foi para Troy State ser técnico de secundária.
“Ele é um ótimo coordenador ofensivo, mas horrível como head coach (…), ele é ótimo em esconder defeitos.” – Arthur Murta, torcedor do Buffalo Bills desde 2005.
Seu primeiro cargo como técnico principal foi em 1983, por Troy State, após passar por outras universidades. Ganhou notoriedade em Georgia Tech onde treinou Calvin Johnson e voltou para a NFL, onde foi OC do Kansas City Chiefs e técnico principal do Buffalo Bills, até 2012, quando não encontrou espaço na liga. Em 2015 foi convidado por Todd Bowles para fazer parte da nova comissão técnica do nosso amado verde e branco. Gailey passou por Denver Broncos (1985-1990, várias funções), Pittsburgh Steelers (1994-1997, WRC e OC), Dallas Cowboys (1998-1999, HC) e Miami Dolphins (2000-2001, OC).
Mas vamos pegar sua passagem pelo Buffalo Bills em 2010 até 2012. Naquele ano o técnico chegou ao Bills para substituir Perry Fewell, se tornando o décimo técnico principal em 10 anos. Mas em 2012 foi liberado do time após um recorde 16-32.
Não vamos falar de vitórias ou derrotas. Vamos falar de trabalho. O time tinha Steve Johnson, David Nelson, C.J. Spiller e Fred Jackson no ataque, e Fitzpatrick como quarterback. O ataque era fraco com Fewell, Ryan mal conseguia chegar as 2000 jardas.
Mas a partir de 2010 o time mudou, 3000 jardas para o signal caller era o mais baixo que conseguiu com Gailey no ataque. E a média de touchdowns, foi algo em torno de 23,5, teve um custo, interceptações em uma média de 19 por temporada. Mas há de se lembrar que Ryan Fitzpatrick, jogou em Harvard onde se formou em economia e, é uma escolha de sétima rodada em 2005 pelo St. Louis Rams, passou pelo Cincinnati Bengals onde foi titular, pelos Bills, pelo Tennessee Titans e pelo Houston Texans onde jogou relativamente bem.
A que tudo indica o escolhido de Gailey irá perder a posição para Ryan se não se adaptar ao sistema e fazer mais do mesmo. Fitzpatrick é inteligente e já é um pupilo do coordenador. A estratégia ofensiva usada por Chan é a spread offense, há quem diga que ele se adapta a qualidade encontrada nos times que passa. Mas sua última experiência foi com aspread em Buffalo. Agora é sentar e esperar.

NÃO PRECISAMOS DO GENO SMITH

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‘Máquina de turnovers‘. Fumbles e interceptações explicam o apelido recebido por Geno Smith pela mídia anti-Jets, seja ela brasileira ou estrangeira mesmo. Mas, cai entre nós, ele fez por merecer. Atuações fora do nível esperado, falta de inteligência e precipitações. Esse é o nosso “atual” quarterback. E eu, como um ex-militante da causa pró-Geno, irei demonstrar pontos importantes que defendem minha atual posição: Não precisamos do Geno Smith.
A primeira pergunta é: Como ele pode ter conseguido se tornar starter mesmo sendo um péssimo jogador? Simples. Geno é um jogador de sistema, ótimo quando não existe pressão sobre seus ombros. E quando falo pressão, digo pressão depass rushers adversários. Disputar vaga contra quarterbacks mais propensos a sofrer com a pressão extra campo é algo que ele tira de letra. É importante lembrar que Geno não ganhou a posição de Mark Sanchez, ele era segundo na lista e acabou ganhando a titularidade devido uma lesão de Mark contra o New York Giants na pré temporada de 2013. Depois disputou vaga com Matt Simms e Michael Vick, que é um ex-jogador em atividade, sem contar a moral dada pelo entãohead coach Rex Ryan e o General Manager da época o patético John Idzik.
Geno venceu no training camp sem nenhum esforço, mas não vou negar que eu era a favor da segunda chance pra ele. Mas era justo, afinal o time de 2013 era horrível ofensivamente e com a adição de Amaro e Decker, além do badaladoChris Johnson, imaginei que ia sair coelho daquele mato, como muitos. Mas não saiu, pelo contrário, ele se emaranhou e terminamos a temporada com 4-12 e uma ótima posição no draft desse ano.
A atuação de Eugene em 2014 foi tão pífia que os números apontam apenas 13 touchdowns e 13 interceptações. A cada touchdown, ele lançava uma interceptação. Decisões erradas que o levaram ao banco para Michael Vick, isso foi naquela partida de estréia de Percy Harvin como um Jet, a primeira partida contra o Buffalo Bills em 2014, e aquele dia foi um show de horrores. Em cada jogada de Geno ele forçava um passe pro camisa 16 e sofria com a pressão da linha defensiva do Bills. A última interceptação de Geno mostrou isso claramente, Oday Aboushi sofreu muito naquela partida, uma das primeiras dele depois da lesão de Brian Winters. Não preciso lembrar aos senhores que perdemos duas partidas para o todo poderoso Tennessee Titans, demonstro mais uma vez que o problema não é única e exclusivamente a nossa linha de proteção – que todos os times reclamam de suas respectivas linhas, salvo exceções como Browns, Cowboys e Bengals.
Mas voltamos a um dado importante. Em 2014 o resultado da subtração de touchdowns e interceptações do nosso signal caller  era de zero. Comparando ao vencedor do Super Bowl e rival de divisão Tom Brady temos uma diferença de é 24 pra mais. Ou seja, Brady tem um saldo de 24 tocuhdowns. Mas vamos comparar com humanos, buscando por perto mesmo, em Miami, com Ryan Tannehill, o contestado líder dos Golfinhos tem um saldo de 15 touchdowns.
Para você ter uma ideia dessa revolta Tannehill é um quarterback que divide opiniões de um time que não chega aosplayoffs desde 2008. Precisamos mais que um patético 0 de saldo em touchdowns, precisamos de um líder de fato e que realmente respeite a torcida. Que jogue pelo time, que tenha vontade de entrar em campo e ser aclamado. Coisas que Geno Smith não parece ter. Essas questões mostram como Geno é um quarterback abaixo da média e não vai nos levar a lugar algum. Eu prefiro um minicamp com uma position battle entre Bryce Petty (r), Matt Simms e Ryan Fitzpatrck.
O que vocês acham do Geno Smith?

A longa história de Lorenzo Mauldin

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Quando ouviu seu nome ser selecionado pelo New York Jets na terceira rodada do Draft de 2015, um filme deve ter passado pela cabeça de Lorenzo Mauldin. Depois de passar toda sua infância em lares “provisórios”, o outside linebackerfinalmente viraria um jogador da NFL.
Mauldin perdeu a conta de quantos lugares foram a sua “casa” na infância. Com apenas dois anos de idade ele foi mandado para lares de órfãos financiados pelo governo dos EUA chamados de forster homes. Seu pai foi preso antes mesmo dele se lembrar de alguma coisa enquanto sua mãe saia e entrava na cadeia por vender drogas para sustentar os cinco filhos.
Por muitas vezes, Lorenzo e seus irmãos tiveram que ficar vários dias trancados em casa sem ter o que comer e também sem saber que sua mãe tinha sido presa. E entre 1994 e 2005, os pequenos Mauldin passaram diversas vezes pelas forster homes.
Passando por várias escolas e vários ‘orfanatos’, o temperamento de Lorenzo foi se tornando sombrio e começou a se meter em vários problemas com a lei e após parar em uma casa de detenção juvenil decidiu que teria uma vida diferente dos seus pais.
O momento de virada na vida de Mauldin aconteceu quando uma de suas mães adotivas o levou até um pequeno campo de futebol e o incentivou a jogar com outras crianças. E por incrível que pareça ele se mostrou um bom wide receiver.
Com tanta raiva, medo e ressentimento guardados dentro de si, Mauldin logo aliou isso a uma grande complexão física e uma capacidade atlética gigantesca e aplicou isso para dentro do campo de futebol americano. Como sophomoreconseguiu uma vaga na equipe de sua escola em Atlanta já como linebacker e descobriu que o esporte poderia ser uma escapatória e também aprendeu a usar as suas habilidades no jogo.
Conforme seu rendimento crescia, Lorenzo buscou um futuro melhor procurando conhecer alguns programas universitários onde ele poderia se encaixar. Sua primeira escolha foi South Carolina, mas um dia antes de assinar e sete meses após se comprometer com a universidade, recebeu um fax avisando que não havia mais uma bolsa de estudos para ele.
Sua segunda escolha foi a Universidade de Louisville e após conseguir as notas necessárias para receber a bola, o futuro do jogador parecia estar cimentado. Mas mesmo assim, a adaptação a vida universitária não foi fácil já que ele praticamente não tinha amigos e nem conversava com ninguém no campus.
Dentro de campo, Lorenzo chegou até a ter sido obrigado a virar tigh end para completar a equipe que precisava de jogadores para a posição. Mas logo depois voltou para sua posição original e conseguiu se firmar na equipe e se tornar um dos maiores prospectos na NCAA e ser escolhido na terceira rodada do Draft.
Após todo esse tempo, Mauldin ainda lembra de uma das palestras que recebeu em um de suas forster homes falando sobre a possibilidade de se tornar uma atleta.
“Eles disseram que apenas um em mil consegue virar atleta profissional. Eu nunca pensei que seria esse único. Mas eu não sou uma estatística, eu sou um vencedor”, afirmou antes mesmo de ser selecionado no Draft.

Por George Raposo.

Jeremy Kerley e Bilal Powell – Posições em perigo?

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Com o Draft de 2015 da NFL concluído e algumas movimentações na Free Agency envolvendo a adição de novos jogadores, é certo questionar a respeito do tempo de jogo desses dois jogadores no título do texto.
Jeremy Kerleywide receiver que estará entrando em seu quinto ano como profissional nessa temporada e que recentemente assinou uma extensão de quatro anos com o time, terá de competir com o novato Devin Smith pela uma vaga como slot wide receiver, uma vez que as vagas de recebedor 1 e 2 devem ficar com Brandon Marshall e Eric Decker, respectivamente.
A última temporada de Kerley foi a sua segunda pior, ficando atrás somente da sua rookie season. Mesmo jogando os 16 jogos disputados pelo Jets, Kerley teve 38 recepções para 409 jardas (média de 10.8 jardas por recepção) e apenas 1touchdown. Tendo em vista que o depth chart do ano passado não era um dos melhores da liga, era esperado muito mais de Kerley. Mas o camisa 11 em 2013 foi o melhor recebedor da franquia, dividindo atenção com Stephen Hill, Chaz Schilens e Clyde Gates, ou seja, era o pior grupo de recebedores da liga. O que aponta apenas uma má fase.
(Zimbio Images)
Consequentemente, as dúvidas e críticas em cima de Kerley começam a surgir. Com a adição de Smith e sua última temporada sendo abaixo da média – não justificando sua extensão de contrato, Kerley terá de dar a volta por cima nesse ano e brigar muito pela vaga no slot com o novato, visto que esse último tem expectativas muito maiores da diretoria, técnicos e torcida.
Com Bilal Powell, a situação não é muito diferente. Após ter suas participações em campo diminuídas na última temporada devido a presença de Chris Johnson e Chris Ivory, o running back terá de encarar uma competição será com o recém contratado Stevan Ridley e Zac Stacy, que foi adquirido via uma trade no dia do draft - que vocês viram aqui, mesmo também vindo de uma extensão contratual.
As adições de Ridley e Stacy prometem esquentar a briga pela posição de running back 2 e 3, já que Ivory provavelmente será o titular. Comparando os três jogadores e suas médias nas carreiras, chegamos aos seguintes números:
B. Powell
JOGOSTENTATIVAS DE CORRIDAJARDASMÉDIAMAIS LONGATDsFUM
4733212963,96662
S. Ridley
JOGOSTENTATIVAS DE CORRIDAJARDASMÉDIAMAIS LONGATDsFUM
5264928174.3438
Z. Stacy
JOGOSTENTATIVAS DE CORRIDAJARDASMÉDIAMAIS LONGATDsFUM
2732612663,93,983
Com essa comparação, é possível concluirmos que Ridley provavelmente será o segundo corredor do time dependendo de seu desempenho no training camp, mesmo vindo de uma lesão na última temporada. Powell e Stacy brigarão pela terceira vaga. Caso o time opte por não trazer nenhum fullback para o roster final, os 4 running backs podem todos chegar aos 53 e com isso, adicionar uma boa rotatividade na posição durante os jogos.

Trocas: DeVier Posey e Zac Stacy

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Além de escolhas no draft o New York Jets fez algumas trocas para completar roster e colocar mais fogo na competição durante os training camps. Assim como o running back Chris Ivory chegou a equipe em 2013, chegam agora dois jogadores. DeVier Posey e Zac Stacy. O primeiro é um jogador comum de rotatividade e o segundo é um jogador um pouco mais conhecido, afinal foi considerado um steal do Rams em sua temporada como rookie, onde foi selecionado no quinto round pelo franquia de St. Louis. E com isso mostra que o atual General Manager Mike Maccagnan ainda busca talentos perdidos no seu antigo time, trazendo o veterano Ryan Fitzpatrick para disputar posição de quarterback envolvendo até uma pick doDraft de 2016, que já é assunto pro futuro.

DeVier Posey, WR
.
Ohio State Buckeyes
6’1″ (1,83m), 210lb (92kg)
Ex-Texans, entrando no quarto ano como profissional
PRO STATS
JOGOSRECEPÇÕESJARDASMÉDIATDs
262227212,40

BIO

DeVier Posey foi adquirido pelos Jets após uma troca no segundo dia do Draft. Os Jets trocaram com o Houston Texans sua pick de terceiro round (#70 overall) por Posey e picks (terceiro round #82 overall, quinto round #152 overalle sétimo round #229 overall). DeVier teve o melhor ano de sua carreira na temporada de 2013-2014, onde acumulou 15 recepções para 155 jardas em 14 jogos. Nos playoffs do mesmo ano, Posey sofreu uma ruptura no tendão de aquiles durante a derrota para os Patriots por 41×28. Na última temporada, o wide receiver jogou apenas um jogo, tendo uma recepção para 30 jardas. Posey vem para trazer mais depth aos WRs do time, que agora conta com 12 (!!!) jogadores. Caso consiga alcançar o roster final, Posey tem grandes chances de ser apenas um jogador de special-teams, retornando puntskickoffs.
 
Zac Stacy, RB
Vanderblit
5’9″ (1,52m), 224lb (101kg)
Ex-Rams, entrando no terceiro ano como profissional
PRO STATS
JOGOSTENTATIVAS DE CORRIDAJARDASMÉDIATDsTDs REC.
2732612663,981
BIO
A escolha de quinta rodada do draft de 2013, Zac Stacy foi trocado aos Jets após os Rams draftarem o running backTodd Gurley no draft desse ano. Claramente incomodado com a escolha de Gurley, Stacy solicitou uma troca a franquia de St. Louis e foi trocado por uma pick de sétimo round (224 overall). A sua temporada de rookie foi a melhor da carreira, com 970 jardas terrestres e 7 touchdowns em 14 jogos. Stacy chega ao time para competir pela vaga de terceiro RB com o recém-contratado Stevan Ridley. Em comparação ao rival de competição, Stacy tem uma vantagem por não sofrer tantos fumbles (apenas 3 enquanto Ridley possui 6) e não estar vindo de uma lesão recente. Será interessante ver como Stacy e Ridley irão competir durante os training camps.

Por João Pedro Scarpato.