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NÃO PRECISAMOS DO GENO SMITH

‘Máquina de turnovers‘. Fumbles e interceptações explicam o apelido recebido por Geno Smith pela mídia anti-Jets, seja ela brasileira ou estrangeira mesmo. Mas, cai entre nós, ele fez por merecer. Atuações fora do nível esperado, falta de inteligência e precipitações. Esse é o nosso “atual” quarterback. E eu, como um ex-militante da causa pró-Geno, irei demonstrar pontos importantes que defendem minha atual posição: Não precisamos do Geno Smith.
A primeira pergunta é: Como ele pode ter conseguido se tornar starter mesmo sendo um péssimo jogador? Simples. Geno é um jogador de sistema, ótimo quando não existe pressão sobre seus ombros. E quando falo pressão, digo pressão depass rushers adversários. Disputar vaga contra quarterbacks mais propensos a sofrer com a pressão extra campo é algo que ele tira de letra. É importante lembrar que Geno não ganhou a posição de Mark Sanchez, ele era segundo na lista e acabou ganhando a titularidade devido uma lesão de Mark contra o New York Giants na pré temporada de 2013. Depois disputou vaga com Matt Simms e Michael Vick, que é um ex-jogador em atividade, sem contar a moral dada pelo entãohead coach Rex Ryan e o General Manager da época o patético John Idzik.
Geno venceu no training camp sem nenhum esforço, mas não vou negar que eu era a favor da segunda chance pra ele. Mas era justo, afinal o time de 2013 era horrível ofensivamente e com a adição de Amaro e Decker, além do badaladoChris Johnson, imaginei que ia sair coelho daquele mato, como muitos. Mas não saiu, pelo contrário, ele se emaranhou e terminamos a temporada com 4-12 e uma ótima posição no draft desse ano.
A atuação de Eugene em 2014 foi tão pífia que os números apontam apenas 13 touchdowns e 13 interceptações. A cada touchdown, ele lançava uma interceptação. Decisões erradas que o levaram ao banco para Michael Vick, isso foi naquela partida de estréia de Percy Harvin como um Jet, a primeira partida contra o Buffalo Bills em 2014, e aquele dia foi um show de horrores. Em cada jogada de Geno ele forçava um passe pro camisa 16 e sofria com a pressão da linha defensiva do Bills. A última interceptação de Geno mostrou isso claramente, Oday Aboushi sofreu muito naquela partida, uma das primeiras dele depois da lesão de Brian Winters. Não preciso lembrar aos senhores que perdemos duas partidas para o todo poderoso Tennessee Titans, demonstro mais uma vez que o problema não é única e exclusivamente a nossa linha de proteção – que todos os times reclamam de suas respectivas linhas, salvo exceções como Browns, Cowboys e Bengals.
Mas voltamos a um dado importante. Em 2014 o resultado da subtração de touchdowns e interceptações do nosso signal caller  era de zero. Comparando ao vencedor do Super Bowl e rival de divisão Tom Brady temos uma diferença de é 24 pra mais. Ou seja, Brady tem um saldo de 24 tocuhdowns. Mas vamos comparar com humanos, buscando por perto mesmo, em Miami, com Ryan Tannehill, o contestado líder dos Golfinhos tem um saldo de 15 touchdowns.
Para você ter uma ideia dessa revolta Tannehill é um quarterback que divide opiniões de um time que não chega aosplayoffs desde 2008. Precisamos mais que um patético 0 de saldo em touchdowns, precisamos de um líder de fato e que realmente respeite a torcida. Que jogue pelo time, que tenha vontade de entrar em campo e ser aclamado. Coisas que Geno Smith não parece ter. Essas questões mostram como Geno é um quarterback abaixo da média e não vai nos levar a lugar algum. Eu prefiro um minicamp com uma position battle entre Bryce Petty (r), Matt Simms e Ryan Fitzpatrck.
O que vocês acham do Geno Smith?

This entry was posted on segunda-feira, 28 de setembro de 2015. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0. You can leave a response.

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